Em seu conceito mais moderno, o terrorismo econômico consiste em ações desestabilizadoras variadas, coordenadas numa estratégia sofisticada de ação de massa, a fim de interromper a estabilidade econômica e financeira de um estado. Tais ações podem ser violentas ou não, mas ter efeitos psicológicos na sociedade e, por sua vez, consequências econômicas. Em geral, são ataques externos que partem de nações inimigas ou grupos de interesse, com objetivo de dominação. Em alguns casos, porém, o terrorismo econômico pode ser usado por agentes nacionais, inclusive por quem controla o Estado. O que se vê no Brasil de hoje é a execução de um plano coordenado de terror para desestabilizar a economia. O objetivo de dominação é o mesmo. Ele é conduzido por Lula, o presidente da República, que após obter, via Congresso, a pulverização do arcabouço fiscal — sem apresentar qualquer modelo que o substitua –, tenta submeter o Banco Central, partindo para um ataque coordenado contra seu pre...